Sexta feira da paixão, ela está na chácara com a avó e eu morrendo de saudades. Quando ela dorme fora já é dorido, imagine tantos dias?! Vai ser um horror. Mas aproveito a 'folga forçada' para falar um pouco dela.
Hoje quando liguei pela manhã, ela já atendeu com um 'oi perfeita' derretendo meu coração. E é comum que ela se dirija a mim assim, então recordo de quando ela me chamou de 'minha apaixonada', quando disse que eu era sua princesa e ela minha princesinha e quando, ao perguntarem o que o Fernando era dela - e eu morrendo de medo do que ouviria - e ela disse 'meu príncipe'. Então o fato é que não a vejo constrangida em se referir a nos dois como os príncipes dela, até mesmo porque não basta ser os pais, somos parte de seu castelo. E estamos saudosos da forma como ela falava há algum tempo, até pouco tempo atrás, já que agora pronuncia quase tudo corretamente. Computador não é mais pitador, nem diz mais bandeja nacional. Já entendeu que a ameixa que não é seca não precisa ser a ameixa molhada, e nem fala que vai colher rabuticaba no pé de jabuticaba.
São suas fases e elas passam cada vez mais rápido. Os registros que tenho são só de quando ela era um bebê, infelizmente parei de escrever, e por mais que eu acabe com os caracteres desse post, eu não poderia contar como tudo aconteceu até chegarmos aqui. Então, sem pressa, vamos aos poucos fazer um aparato das lembranças mais marcantes desse precioso desenvolvimento da minha pequena. E se ela ouvisse diria que 'pequena não porque agora ela é maior', assim como no dia que completou 4 anos disse que já era mocinha e eu não poderia mais fazer seu mamá nem te dar banho. Imagina! Meu eterno bebê, pego no colo e mimo tanto, até geme de manha. Cheia dos característicos 'de novo' quando brincamos de 'fofocar' até que quase se desmancha. ;*
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